Um Amazonas Mais Seguro!
19/02/2026
Categoria: Discursos
No último domingo, milhões de brasileiros assistiram a um espetáculo financiado com dinheiro público — o dinheiro do trabalhador, o dinheiro do comerciante, o dinheiro do fiel que acorda cedo para abrir sua bíblia antes de ir trabalhar — sendo usado para colocar sua família dentro de uma lata de conserva.
Uma lata. Como se a família fosse algo vencido, ultrapassado, enlatado. Como se pai, mãe e filhos fossem um produto fora de validade, a ser descartado.
Eu pergunto: que projeto de nação é esse?
A família não é ideologia. A família é o primeiro lugar onde uma criança aprende que não está sozinha no mundo. É onde o pai ensina o filho a levantar depois de cair. É onde a mãe vela a madrugada quando a febre não passa. Isso não é conservadorismo — isso é civilização.
Ridicularizar quem tem fé não é arte. É covardia. É fácil escarnecer de quem reza, de quem acredita, de quem ainda tem valores que não mudam conforme o vento político do momento. Fácil porque essas pessoas não derrubam governo — elas trabalham, criam filhos, pagam impostos e vão dormir cansadas.
E o dinheiro delas foi usado para humilhá-las.
Não estamos contra o carnaval. Não estamos contra a alegria, contra a cultura, contra a diversidade. Estamos contra o uso do espaço público e do recurso público para transformar uma crença em alvo de escárnio. Isso não é liberdade de expressão — isso é abuso.
A liberdade de expressão protege a crítica. Não protege o desprezo. Não protege a desumanização.
O Brasil é um país onde mais de 30% da população se declara evangélica. São trabalhadores, professores, médicos, motoristas de aplicativo, mães solteiras que encontram na fé a força para continuar. Colocá-los numa lata, rotulá-los como obstáculo, como algo a ser superado — isso é preconceito. Simples assim.
E se fosse qualquer outro grupo? Se a alegoria fosse com outro símbolo religioso, com outra comunidade? A indignação seria a mesma? Ou o preconceito só é preconceito quando atinge quem tem proteção política?
Encerramos com uma certeza: a família vai continuar existindo. A fé vai continuar existindo. Não porque alguém as impõe — mas porque elas nascem do coração humano, e nenhuma alegoria de carnaval tem poder sobre isso.
Obrigado.
Solicito a divulgação deste discurso nos meios de comunicação da Câmara dos Deputados e no programa Voz do Brasil.
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POR: CAPITÃO ALBERTO
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