Um Amazonas Mais Seguro!
07/10/2026
Categoria: Discursos
Senhor Presidente,
Senhoras Deputadas,
Senhores Deputados,
No domingo, 4 de outubro, o Brasil foi às urnas. Na segunda-feira, a economia respondeu.
O senador Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno em primeiro lugar, com 47,03% dos votos válidos, à frente do atual Presidente, que teve 45,16%. Foram mais de 56 milhões de brasileiros. A pesquisa divulgada na véspera apontava o contrário. O eleitor disse outra coisa.
No primeiro pregão depois da eleição, o Ibovespa subiu 7,70% e fechou aos 206.911 pontos. Pela primeira vez na história, a Bolsa brasileira passou dos 200 mil pontos. Foi a maior alta em um único dia em mais de seis anos.
O dólar caiu 4,12% e fechou a R$ 5,00, a maior queda diária em mais de oito anos. Os juros futuros de longo prazo recuaram mais de 1,3 ponto percentual. No mesmo dia, o banco J.P. Morgan elevou a recomendação para as ações brasileiras.
Nada disso foi discurso de palanque. Foi a decisão de quem investe, produz e emprega neste País.
O mercado não vota. O mercado mede confiança. E o que os preços disseram na segunda-feira é simples: aumentou a chance de o Brasil voltar a tratar o dinheiro público com responsabilidade, de a dívida parar de crescer e de os juros caírem mais depressa.
Alguém dirá que Bolsa é assunto de rico. Não é. Dólar e juros chegam à mesa de todo brasileiro. Dólar mais baixo pesa menos no preço do combustível, do pão e do remédio. Juro mais baixo é prestação menor para a família e crédito mais barato para o pequeno comerciante.
Para o meu Amazonas, a conta é direta. O Polo Industrial de Manaus compra insumos em dólar e depende de crédito para produzir. Câmbio estável e juro menor significam fábrica funcionando e emprego mantido. No interior, significam frete e diesel menos pesados para quem vive a dias de barco da capital.
Tenho a responsabilidade de dizer também o que os números não dizem. Um pregão não é um governo. O que o mercado deu foi um voto de confiança, e confiança se confirma com proposta clara, equipe séria e resultado. O que subiu na segunda-feira pode cair na semana seguinte se a promessa não virar compromisso.
A eleição não terminou. No dia 25 de outubro, o brasileiro volta às urnas, e é ele quem decide. O eleitor também renovou este Congresso, e o PL sai das urnas como o maior partido do Senado e, pelas projeções, também desta Casa. Com essa força vem a obrigação de entregar equilíbrio fiscal, segurança para quem investe e respeito a quem trabalha.
O recado de domingo veio do eleitor. O de segunda veio de quem gera emprego. Os dois apontam na mesma direção: o Brasil quer mudar de rumo.
Muito obrigado.
Solicito a divulgação deste discurso nos meios de comunicação da Câmara dos Deputados e no programa Voz do Brasil.
Brasília, 07 de outubro de 2026.
Capitão Alberto Neto
Deputado Federal - PL/AM
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POR: CAPITÃO ALBERTO
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